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quem: Guil Macedo / Roberto Leme
idades: 26/27
currículo: eu, Guil Macedo, desde os 15 anos trabalho com alta costura. comecei com minha avó, profissional da alta costura. trabalhei no atelier de couro da Daslu. já tive uma loja de roupas femininas, a Três Ville, e participei da criação de uma marca de sapatos que ainda existe, a Pollinganno al Mare. posteriormente, abri meu atelier de alta costura que leva meu nome, mas atualmente só faço sob encomenda. hoje, tenho um projeto de street art junto com o Roberto Leme, desenhista e ilustrador, que é representado pela galeria de arte Choque Cultural. já desenhou para a marca Sims e trabalhou com Marcelo Sommer. nossa idéia, além da produção de graffitis, telas, gravuras hand made, fun toys, stencils, stickers e bottons, é trazer para este mundo roupas com diversas técnicas de costura, como patch work, quilting e estampas silkadas a mão!
lugares que frequenta em SP: Gal. Choque Cultural, Gal. Do Rock, Parque Ibirapuera, 25 de Março, Gal. Érika Palomino, Livraria Cultura, etc.
tipo de música preferido: vertentes do rock e da música eletrônica.
principais fontes de inspiração: embora não busquemos um tema específico, somos influenciados por nosso dia-a-dia e nossos animais de estimação (gatos e peixes).
personagem preferido (histórico, de filme, tv, novela, etc): Yonnah, do livro “O Último Judeu”, de Noah Gordon.
1) estilo da marca – street wear
2) público da marca – pessoas despojadas que através da roupa estabelecem uma linguagem direta com a mensagem e seu receptor.
3 ) o que a moda brasileira tem de mais fresco e original?
sua pessoalidade. ficam marcadas em minha memória os artistas que mais pessoalidade colocam em suas roupas.
4) para onde está caminhando a moda brasileira?
a cada dia a moda brasileira fica mais internacionalizada, diminuindo assim as fronteiras. com a moda, somos capazes de estabelecer laços com lugares que nem a diplomacia foi capaz, mostrando nosso talento e levando nossa identidade ao redor do mundo.
5 ) você acha que os estilistas estão ousando menos ? por quê?
cremos que, em busca de atingir um público menos específico, os artistas deixem de ousar tanto. o contrabalanço é passar a mensagem sem perder a identidade.
6 ) qual é o caminho para resolver o impasse criatividade livre x mercado?
o mercado é dotado de muitos pré-conceitos, a medida que diminuem ou ao menos se diluem. essa “criatividade livre” tende a ser gravada na mente das pessoas como uma forma de expressão e arte, e não simplesmente como luxúria, abrangendo e se identificando com uma fatia maior dos consumidores.
site da ash

vendas@baixocalao.com
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